A Coloplast apoia a campanha "Liberdade Além da Mobilidade", da Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação.

Estamos juntos nessa causa que defende a independência para os mais 100 mil brasileiros que vivem com retenção urinária.

 

O que é retenção urinária?

 

É comum que a urina contenha bactérias. Quando conseguimos esvaziar a bexiga regularmente, elas são eliminadas. Caso a urina fique retida, as bactérias podem se proliferar e provocar infecções que, se não forem devidamente tratadas, resultam em complicações sérias como a insuficiência renal.

 

Diferente da retenção aguda, que é temporária, a retenção crônica é uma condição prolongada que afeta o funcionamento da bexiga e do esfíncter uretral, o músculo que controla o fluxo de urina. Considerada uma disfunção do trato urinário inferior (DTUI), a Retenção Urinária crônica também é conhecida como bexiga neurogênica.

 

> Mais de 100mil brasileiros vivem com Retenção Urinária crônica.²

> Cerca de 70% dos indivíduos com lesão na medula espinhal têm bexiga neurogênica.³

> Mais de 50% das pessoas com esclerosa múltipla têm problemas de bexiga.³

Quem são os profissionais que tratam a retenção urinária?

 

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Especialista em cuidar do trato urinário, que inclui rins, ureteres, bexiga e uretra. Ao contrário do que se pensa, o urologista também atende mulheres.

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O estomaterapeuta não trata apenas estomias. Além de fístulas, tubos, drenos e feridas, ele também cuida de quem tem retenção urinária e precisa fazer cateterismo intermitente.

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Especializado em reabilitação, o fisiatra cuida de condições que causam limitações ao paciente, como sequelas por lesões neurológicas ou dores crônicas, e pode indicar o cateterismo intermitente para pessoas com retenção.

Qual é o tratamento?

De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, o Cateterismo Intermitente (CI) é considerado o padrão

ouro de cuidado, sendo a técnica mais difundida o Cateterismo Intermitente Limpo (CIL). O tratamento consiste em introduzir um cateter não-estéril na uretra para esvaziar a urina contida na bexiga. Em seguida, os materiais devem ser descartados.

 

Reduz o risco de infecções pela metade em comparação com os cateteres permanentes:

  • Pode ser feito fora do ambiente hospitalar
  • Permite o esvaziamento periódico da bexiga de 4 a 6 vezes por dia.
  • Utiliza materiais não-estéreis e exige apenas a limpeza das mãos e da região genital.
  • Permite a remoção da urina residual, o que evita a multiplicação de bactérias e infecções urinárias recorrentes.

Quais as diferenças entre o cateter hidrofílico e o cateter convencional?

O Cateterismo Intermitente Limpo (CIL) é realizado através de um cateter vesical, também conhecida como sonda de alívio. Nas duas últimas décadas, aprimoramentos de material, design, embalagem e revestimento tornaram os cateteres mais seguros e práticos. Conheça as diferenças entre o cateter hidrofílico e o cateter de PVC.

 

Infecções urinárias

É comum que a urina contenha bactérias. Quando conseguimos esvaziar a bexiga regularmente, elas são eliminadas. Caso a urina fique retida, as bactérias podem se proliferar e provocar infecções que, se não forem devidamente tratadas, podem resultar em complicações sérias como a insuficiência renal.

 

> 3.5 é a média anual de ITUS contraídas por usuários de cateteres intermitentes11

 

> 41% dos usuários de cateteres intermitentes consideram que contrair uma infecção urinária (ITU) é a sua maior preocupação11

 

> 84% dos usuários se preocupam em ter uma infecção urinária (ITU) ao utilizar os cateteres intermitentes12

 

> 50% dos usuários se preocupam em machucar a uretra enquanto estão fazendo cateterismo12

 

> 42% dos usuários se preocupam em sentir dor ao fazer cateterismo12

 

> Mulheres são mais suscetíveis a ITUS devido à uretra mais curta

Principais fatores de risco para ITUs

 

Adesão e cumprimento do tratamento

É habitual que indivíduos com retenção não realizem o cateterismo com a regularidade adequada. 

Cateterismo Intermitente

Os cateteres convencionais trazem mais riscos de infecção, já que causam fricção e podem lesionar o uretra, costumam deixar urina residual e precisam ser manipulados, o que aumenta a chance de passar bactérias das mãos para o produto.

 

Condições Gerais

Vários fatores podem influenciar as infecções urinários (ITUS), como alta pressão intravesical, disfunções intestinais, diabetes e até mesmo idade e gênero. 

 

Situações locais do sistema urinário

Condições como pedras nos rins e na bexiga, aplicações de toxina botulínica e infecções prévias podem favorecer o surgimento de infecções urinárias (ITUs).

 

Como evitar as infecções?

 

1. Siga a frequência de cateterismo recomendada pelo profissional de saúde.

 

2. Não deixe de realizar o cateterismo por mais de 6h.    

 

3. Mantenha uma higiene genital adequada.     

 

4. Limpe as mãos com sabão ou álcool 70% antes de manusear o cateter.

 

5. Só retire o cateter da embalagem no momento de usá-lo.

 

6. Consuma a quantidade de água sugerida pelo profissional de saúde

 

7. Interrompa a ingestão de líquidos 2h antes de ir dormir

 

8. O cateter hidrofílico oferece menos riscos de infecções urinárias.

Histórias de superação

 

Bruno Landgraf, 36 anos

Bruno Landgraf, 36 anos

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“Eu era goleiro do São Paulo até que sofri um acidente de carro em 2006 e tive lesão medular C3 e C4. O esperado era que eu só mexesse meus olhos e o pescoço, mas me recuperei e continuei praticando esportes. Competi como velejador nos Jogos Paralímpicos de 2012 e de 2016 e, hoje, sou atleta de Rugby em cadeira de rodas. O cateter hidrofílico me dá muita tranquilidade. Não tenho infecções ou lesões e posso fazer tudo no meu dia sem preocupação e com qualidade"

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Daniela Bezerra, 29 anos

Daniela Bezerra, 29 anos

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"Em 2012, fui vítima de agressão por arma de fogo efetuada por um ex-namorado e tive lesão medular nível T11. O amadurecimento foi doloroso, mas me tornei uma mulher corajosa, forte e sem medo de aproveitar as oportunidades da vida. Hoje, sou paratleta de arremesso e lançamento, empreendedora, bióloga e fotógrafa. Com os cateteres hidrofílicos, não tenho limites! Eles me proporcionam segurança, conforto e qualidade de vida para onde quer que eu vá.”

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Lucas Junqueira, 35 anos

Lucas Junqueira, 35 anos

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"Na reabilitação, conheci vários esportes para pessoas com deficiência, mas o rugby em cadeira de rodas foi paixão à primeira vista! Hoje, defendo a Seleção Brasileira e o RONINS Quad Rugby. A facilidade de usar o cateter hidrofílico em qualquer lugar me permite focar no que realmente importa: a competição e a paixão pelo esporte.”

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